Mulher sem razão
Sabiá-amarelo pousou na janela
Inquieto ficou de um lado pra outro
Sabia o que queria - fugia dela
Mal percebeu que negava ouro
Disse-me-disse que sozinho estava
Enquanto olhos atentos fitavam tudo
O vestido vinho que ela colocara
Fez com que ela perdesse o prumo
Quando ela o viu tentou segurá-lo
Mal sabe a pobre que acordou de um sonho
Olhou para os lados a fim de encontrá-lo
Só então percebeu que sabiá não tem dono
E sem rumo saiu, desatinou-se
Sabiá voou, voltou, sumiu
E, debruçando-se na janela, disse:
"Till the bird on the wire flies me back to you"
May_

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